Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Marcelo Guimarães (Marcelo de Oliveira Guimarães) disputou 4 eleições entre 1994 e 2006, para deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: deputado estadual em 1998 e 1994. A maior votação foi em 1998, para deputado estadual por BA: 55.433 votos. Na campanha de 2006 para deputado estadual por BA, declarou R$ 86 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 7 mil de doações privadas, R$ 75 mil de empresas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 86 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 54 mil), serviços de terceiros (R$ 14 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 6 mil).
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Evolução da votação nas eleições
44.270 votos em 2006 · 4 eleições
A votação de Marcelo de Oliveira Guimaraes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2006: R$ 86 mil em receitas · R$ 86 mil em gastos contratados
Marcelo Guimarães declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Bahia em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 86 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 7 mil de doações privadas, R$ 75 mil de empresas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 86 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 54 mil) e serviços de terceiros (R$ 14 mil).
partido e outras campanhas 2% · pessoas 8% · empresas 86% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 86 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 54 mil62,1%
Serviços de terceirosR$ 14 mil16,0%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 6 mil7,2%
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 3880,4%
Outras 4 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 12 mil14,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2002SUPLENTE45.934GBA · 55 anos · Superior completo · Senador, Deputado e Vereador · PL · nº 22200 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1998ELEITO55.433GBA · 51 anos · Superior completo · Membros do Poder Legislativo: Senador, Deputados e Vereador · PL · nº 22200 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1994ELEITO29.444GBA · 47 anos · Superior completo · PL · nº 22200 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.