Capitão Fábio

Foto de Alberto Fabio Ferreira de Santana
Capitão Fábio
Alberto Fabio Ferreira de Santana (nome civil)
7 eleições entre 1998 e 2016 · último partido DEM
51 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Policial Militar

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Capitão Fábio (Alberto Fábio Ferreira de Santana) disputou 7 eleições entre 1998 e 2016, para vereador, deputado federal, deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: deputado estadual em 2006 e 2002. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por BA: 33.875 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Itabuna/BA, declarou R$ 23 mil em receitas: R$ 12 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 23 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 8 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 4 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 8 mil em 2014 (46% com publicidade por materiais impressos) e R$ 149 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

457 votos em 2016 · 7 eleições

A votação de Alberto Fabio Ferreira de Santana em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitoDep. FederalVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 23 mil em receitas · R$ 23 mil em gastos contratados

Capitão Fábio declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Bahia em 2006 e 2010, prefeito em Itabuna (BA) em 2008, deputado federal por Bahia em 2014, e vereador em Itabuna (BA) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 23 mil em receitas: R$ 12 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 23 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 8 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil). Em 2014, 46% dos R$ 8 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2010, 54% dos R$ 149 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 23 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 23 milcontratados
Gastos em 2014R$ 8 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Itabuna (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 23 mil
10 doadores pessoas físicas
pessoas 52% · próprios 48%
Gasto contratado
R$ 23 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 8 mil34,3%
  • Materiais impressosR$ 5 mil22,1%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 4 mil17,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil8,6%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 794 lançados como "diversas a especificar"R$ 4 mil17,8%
2014Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
3 doadores pessoas físicas
partido 19% · pessoas 36% · próprios 45%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil45,8%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil34,7%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2 mil19,3%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 180,2%
2010Deputado estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 149 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 40% · pessoas 33% · empresas 13% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 149 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 80 mil53,9%
  • Publicidade por carros de somR$ 30 mil20,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 15 mil9,8%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 10 mil6,7%
  • Outras 1 categoriaR$ 14 mil9,5%
Ver as 2 campanhas anteriores
2008Prefeito, Itabuna (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 165 mil
9 doadores pessoas físicas
pessoas 42% · empresas 34% · próprios 24%
Gasto contratado
R$ 165 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 60 mil36,0%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 50 mil30,3%
  • Materiais impressosR$ 27 mil16,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 11 mil6,8%
  • Outras 3 categoriasR$ 17 mil10,5%
2006Deputado estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 127 mil
9 doadores pessoas físicas
pessoas 19% · empresas 73% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 126 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 34 mil27,3%
  • Materiais impressosR$ 34 mil26,7%
  • Publicidade por carros de somR$ 10 mil7,9%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 8 mil6,6%
  • Outras 5 categoriasR$ 40 mil31,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2002 e 2006

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892