Ley

Foto de Darley dos Santos Teixeira Furtado
Ley
Darley dos Santos Teixeira Furtado (nome civil)
3 eleições entre 1998 e 2010 · último partido PTC
38 anos em 2010 · Feminino · Ensino médio completo
Policial Civil

Ley (Darley dos Santos Teixeira Furtado) disputou 3 eleições entre 1998 e 2010, para deputada federal, vereadora e deputada estadual, segundo os dados do TSE. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputada federal por AP: 1.250 votos. Na campanha de 2010 para deputada federal por AP, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 2 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 700, 56% com publicidade por placas, estandartes e faixas.

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Evolução da votação nas eleições

1.250 votos em 2010 · 3 eleições

A votação de Darley dos Santos Teixeira Furtado em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 7 mil em receitas · R$ 7 mil em gastos contratados

Ley declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Macapá (AP) em 2008, e deputada federal por Amapá em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 2 mil). Em 2008, 56% dos R$ 700 em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas.

Receitas em 2010R$ 7 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 7 milcontratados
Gastos em 2008R$ 700contratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2010Deputada federal, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
doações de pessoas
pessoas 23% · próprios 77%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 5 mil72,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil27,7%
2008Vereadora, Macapá (AP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 700
doações de pessoas
partido e outras campanhas 29% · pessoas 71%
Gasto contratado
R$ 700
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 39155,8%
  • Serviços de terceirosR$ 649,1%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 456,4%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 0 lançados como "diversas a especificar" e R$ 200 doados a outros candidatos e partidosR$ 20028,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892