- Materiais impressosR$ 61 mil71,2%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 11 mil12,2%
- Cessão ou locação de veículosR$ 7 mil8,4%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 6 mil7,0%
- Outras 2 categoriasR$ 9711,1%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Janete Capiberibe (Janete Maria Góes Capiberibe) disputou 11 eleições entre 1990 e 2024, para vereadora, senadora, deputada federal, prefeita e deputada estadual. Ela foi eleita 8 vezes: vereadora de Macapá em 2020; deputada federal em 2014, 2010, 2006 e 2002; deputada estadual em 1998, 1994 e 1990. A maior votação foi em 2018, para senadora por AP: 125.123 votos, anulados segundo os dados do TSE. No Senado Federal, teve R$ 48,8 milhões empenhados em 63 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 75 municípios; 89% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2024 para vereadora em Macapá/AP, declarou R$ 95 mil em receitas: R$ 65 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 25 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 86 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 61 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 11 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 7 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 150 mil em 2020 e R$ 2 milhões em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Janete Maria Goes Capiberibe em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Janete Capiberibe declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputada federal por Amapá em 2006, 2010 e 2014, senadora por Amapá em 2018, e vereadora em Macapá (AP) em 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 95 mil em receitas: R$ 65 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 25 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 86 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 61 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 11 mil). Em 2020, R$ 150 mil em gastos; em 2018, R$ 2 milhões em gastos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
No Senado Federal, Janete Capiberibe teve R$ 48,8 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 63 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 75 municípios. Já foram pagos R$ 43,3 milhões (89%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (44%). As cidades que mais receberam foram Macapá, Rio Branco e Santana.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | R$ 13,1 milhões | R$ 11,2 milhões | 85% | 12 | 40 |
| 2018 | R$ 13,7 milhões | R$ 13,2 milhões | 96% | 21 | 37 |
| 2017 | R$ 9,5 milhões | R$ 7,5 milhões | 78% | 10 | 27 |
| 2016 | R$ 11,7 milhões | R$ 10,9 milhões | 93% | 18 | 18 |
| Total | R$ 48,1 milhões | R$ 42,7 milhões | 89% | 61 | 75 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.