4 eleições entre 1998 e 2022 · último partido PROS
66 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Carlos Lobato (Carlos Alberto Lobato Lima) disputou 4 eleições entre 1998 e 2022, para deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por AP: 3.658 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por AP, declarou R$ 489 mil em receitas: R$ 450 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 13 mil de outras campanhas e R$ 26 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 476 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 80 mil), serviços de terceiros (R$ 75 mil) e publicidade por adesivos (R$ 74 mil). Na campanha de 2018, já encerrada, gastou R$ 75 mil.
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Evolução da votação nas eleições
3.287 votos em 2022 · 4 eleições
A votação de Carlos Alberto Lobato Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 489 mil em receitas · R$ 476 mil em gastos
Carlos Lobato declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Amapá em 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 489 mil em receitas: R$ 450 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 13 mil de outras campanhas e R$ 26 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 476 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 80 mil) e serviços de terceiros (R$ 75 mil). Em 2018, R$ 75 mil em gastos.
Receitas em 2022R$ 489 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 476 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 75 milcampanha encerrada; tudo pago
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 30 mil39,9%
Materiais impressosR$ 24 mil31,9%
Combustíveis e lubrificantesR$ 12 mil16,0%
Cessão ou locação de veículosR$ 6 mil7,5%
Outras 3 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 4 mil4,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Estadual · 2022SUPLENTE3.287GAP · 66 anos · Branca · Superior completo · Advogado · PROS · nº 90000 · ver resultado completoprestação de contas
Deputado Estadual · 2018SUPLENTE3.658GAP · 62 anos · Branca · Superior completo · Advogado · PP · nº 11011 · ver resultado completoprestação de contas
Deputado Estadual · 2002SUPLENTE1.549GAP · 46 anos · Superior completo · Advogado · PDT · nº 12000 · ver resultado completo
Coligação: PDT / PPB / PSD
Deputado Estadual · 1998SUPLENTE809GAP · 42 anos · Superior completo · Advogado · PFL · nº 25178 · ver resultado completo
Coligação: PFL / PL / PMN
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.