Soares

Foto de Jose Soares da Silva
Soares
Jose Soares da Silva (nome civil)
7 eleições entre 1996 e 2010 · PDT
49 anos em 2010 · Masculino · Ensino médio completo
Agente Administrativo

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Soares (José Soares da Silva) disputou 7 eleições entre 1996 e 2010, para deputado estadual, vice-prefeito, senador e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 1998, para senador por AP: 6.119 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por AP, declarou R$ 34 mil em receitas: R$ 4 mil de outras campanhas, R$ 6 mil de doações privadas (7 doadores), R$ 5 mil de empresas e R$ 19 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 34 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil), locação de imóveis (R$ 4 mil) e encargos financeiros e taxas bancárias (R$ 0). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 17 mil.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

2.195 votos em 2010 · 7 eleições

A votação de Jose Soares da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorSenadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 34 mil em receitas · R$ 34 mil em gastos contratados

Soares declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Amapá em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 34 mil em receitas: R$ 4 mil de outras campanhas, R$ 6 mil de doações privadas (7 doadores), R$ 5 mil de empresas e R$ 19 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 34 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil) e locação de imóveis (R$ 4 mil). Em 2006, R$ 17 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 34 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 34 milcontratados
Gastos em 2006R$ 17 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Deputado estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 34 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 13% · pessoas 18% · empresas 15% · próprios 55%
Gasto contratado
R$ 34 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 12 mil36,4%
  • Locação de imóveisR$ 4 mil10,6%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 0menos de 0,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 18 mil53,1%
2006Deputado estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 17 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 86% · pessoas 14%
Gasto contratado
R$ 17 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 2 categoriasR$ 17 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892