11 eleições entre 1994 e 2016 · último partido DEM
62 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Policial Militar
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Vereador Luiz Peixe (Luiz Bastos de Almeida) disputou 11 eleições entre 1994 e 2016, para vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Bujari em 2012. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por AC: 318 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Bujari/AC, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Partidário, R$ 109 de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 100 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 1 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 1 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 810). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 668 em 2014 (100% com combustíveis e lubrificantes) e R$ 2 mil em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
76 votos em 2016 · 11 eleições
A votação de Luiz Bastos de Almeida em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 3 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos contratados
Vereador Luiz Peixe declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Acre em 2006, 2010 e 2014, e vereador em Bujari (AC) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Partidário, R$ 109 de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 100 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 1 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 1 mil). Em 2014, 100% dos R$ 668 em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes; em 2012, 90% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.
Receitas em 2016R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 3 milcontratados
Gastos em 2014R$ 668contratados, campanha encerrada
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2002223não eleitoGAC · 48 anos · Ensino médio completo · Militar Reformado · PRTB · nº 28555 · ver resultado completo
Vereador · 2000SUPLENTE167LRio Branco, Acre · 46 anos · Ensino médio completo · Militar Reformado · PFL · nº 25650 · ver resultado completo
Coligação: PPB / PFL
Deputado Estadual · 1998SUPLENTE164GAC · 44 anos · Ensino médio completo · Militar Reformado · PFL · nº 25555 · ver resultado completo
Vereador · 1996SUPLENTE105LRio Branco, Acre · 42 anos · Ensino médio completo · Militar · PFL · nº 25613 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1994SUPLENTE121GAC · 40 anos · Ensino fundamental incompleto · Militar · PFL · nº 25213 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.