57 anos em 2014 · Masculino · Ensino médio completo
Trabalhador Metalúrgico e Siderúrgico
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Zé Maria (José Maria de Almeida) disputou 5 eleições entre 1994 e 2014, para presidente e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2002, para presidente: 402.236 votos. Na campanha de 2014 para presidente, declarou R$ 172 mil em receitas: R$ 52 mil do Fundo Partidário, R$ 16 mil de outros recursos do partido, R$ 99 mil de doações privadas (87 doadores e uma vaquinha virtual), R$ 109 de empresas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 172 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 45 mil), transporte ou deslocamento (R$ 38 mil) e serviços de terceiros (R$ 19 mil). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 95 mil.
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Evolução da votação nas eleições
91.209 votos em 2014 · 5 eleições
A votação de José Maria de Almeida em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 172 mil em receitas · R$ 172 mil em gastos contratados
Zé Maria declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: presidente em 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 172 mil em receitas: R$ 52 mil do Fundo Partidário, R$ 16 mil de outros recursos do partido, R$ 99 mil de doações privadas (87 doadores e uma vaquinha virtual), R$ 109 de empresas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 172 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 45 mil) e transporte ou deslocamento (R$ 38 mil). Em 2010, R$ 95 mil em gastos contratados.
Receitas em 2014R$ 172 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 172 milcontratados
Gastos em 2010R$ 95 milcontratados, campanha encerrada
Fundo Partidário 1% · partido e outras campanhas 78% · pessoas 19% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 95 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Publicidade por jornais e revistasR$ 10 mil10,5%
Criação e inclusão de páginas na internetR$ 3 mil2,9%
Reembolsos de gastos realizados por eleitoresR$ 1 mil1,4%
Materiais impressosR$ 8500,9%
Outras 7 categoriasR$ 80 mil84,2%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Presidente · 1998NÃO ELEITO202.659GBR · 41 anos · Ensino médio completo · Mecânico de Manutenção, Operador de Aparelhos de Produção Industrial · PSTU · nº 16 · ver resultado completo
Deputado Federal · 1994SUPLENTE6.603GMG · 37 anos · Ensino médio completo · PSTU · nº 1616 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.