- Publicidade por adesivosR$ 84068,9%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 19115,7%
- Serviços de terceirosR$ 1078,8%
- Materiais impressosR$ 483,9%
- Outras 3 categoriasR$ 342,8%
Prof. Arismar (Arismar Alves da Costa) disputou 2 eleições entre 1996 e 2016, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Taubaté/SP, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 403 de outras campanhas e R$ 816 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 840), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 191) e serviços de terceiros (R$ 107).
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Prof. Arismar declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Taubaté (SP) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 403 de outras campanhas e R$ 816 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 840) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 191).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.