- Serviços advocatíciosR$ 300 mil47,9%
- Materiais impressosR$ 200 mil31,9%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 110 mil17,6%
- PessoalR$ 16 mil2,6%
Senador pelo Amazonas · 1º turno
99,77% das urnas do Amazonas apuradas às 21h33 (TSE)
945.691 votos (24,69% dos válidos)
2º lugar até agora, entre 8 candidatos
Ver a disputa completa ›Fonte: TSE. Os números chegam aqui com alguns minutos de atraso em relação ao site do TSE. Eles mudam até o fim da totalização, e só o TSE proclama os eleitos.
Plinio Valério (Francisco Plínio Valério Tomáz) disputou 14 eleições entre 1982 e 2018, para senador, vereador, deputado estadual, deputado federal e prefeito. Ele foi eleito 4 vezes: senador em 2018; vereador de Manaus em 2016, 2012 e 2000. A maior votação foi em 2018, para senador por AM: 834.809 votos. Em 2026, concorre a senador por AM pelo PSDB. No Senado Federal, teve R$ 328,3 milhões empenhados em 101 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2026, para 184 municípios; 88% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para senador por AM, declarou R$ 2,6 milhões em receitas: R$ 2,4 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 55 mil de doações privadas e R$ 139 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 626 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 300 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 200 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 110 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 649 mil em 2018 (54% com publicidade por materiais impressos) e R$ 118 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Francisco Plinio Valerio Tomaz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Plinio Valério declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: senador por Amazonas em 2006, 2018 e 2026, deputado federal por Amazonas em 2010, vereador em Manaus (AM) em 2012 e 2016, e deputado estadual por Amazonas em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,6 milhões em receitas: R$ 2,4 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 55 mil de doações privadas e R$ 139 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 626 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 300 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 200 mil); R$ 110 mil já foram pagos. Em 2018, 54% dos R$ 649 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2016, R$ 118 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
No Senado Federal, Plinio Valério teve R$ 328,3 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 101 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2026, para 184 municípios. Já foram pagos R$ 288,2 milhões (88%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (55%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Manaus, Coari e Eirunepé. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 220 milhões em 46 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 108,2 milhões em 55 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 63,6 milhões | R$ 42,1 milhões | 66% | 15 | 31 |
| 2025 | R$ 86,6 milhões | R$ 64,9 milhões | 75% | 18 | 66 |
| 2024 | R$ 69,6 milhões | R$ 67,6 milhões | 97% | 13 | 64 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 219,8 milhões | R$ 174,6 milhões | 79% | 46 | 119 |
Funções que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado oficial ainda não saiu, e por isso essa linha aparece sem votação. A contagem parcial do TSE está no quadro Apuração ao vivo, no alto desta página.