- Transporte ou deslocamentoR$ 261 mil57,0%
- Militância e mobilização de ruaR$ 87 mil19,0%
- Locação de imóveisR$ 30 mil6,6%
- Publicidade por adesivosR$ 23 mil5,1%
- Outras 7 categoriasinclui R$ 370 lançados como "diversas a especificar"R$ 57 mil12,4%
Deputado Estadual pelo Amazonas · 1º turno
99,41% das urnas do Amazonas apuradas às 21h02 (TSE)
37.897 votos (1,79% dos válidos)
18º lugar até agora, entre 278 candidatos
Ver a disputa completa ›Fonte: TSE. Os números chegam aqui com alguns minutos de atraso em relação ao site do TSE. Eles mudam até o fim da totalização, e só o TSE proclama os eleitos.
João Luiz (João Luiz Almeida da Silva) disputou 3 eleições entre 2016 e 2022, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2022 e 2018; vereador de Manaus em 2016. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por AM: 44.940 votos. Em 2026, concorre a deputado estadual por AM pelo REPUBLICANOS. Na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas, indicou R$ 43,2 milhões em 144 emendas estaduais aos orçamentos de 2024 a 2026, para 34 municípios; 67% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para deputado estadual por AM, declarou R$ 910 mil em receitas: R$ 350 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 mil do Fundo Partidário, R$ 200 mil de outras campanhas, R$ 245 mil de doações privadas (106 doadores) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 458 mil, principalmente com transporte ou deslocamento (R$ 261 mil), militância e mobilização de rua (R$ 87 mil) e locação de imóveis (R$ 30 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 400 mil em 2022 e R$ 150 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de João Luiz Almeida da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
João Luiz declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Manaus (AM) em 2016, e deputado estadual por Amazonas em 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 910 mil em receitas: R$ 350 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 mil do Fundo Partidário, R$ 200 mil de outras campanhas, R$ 245 mil de doações privadas (106 doadores) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 458 mil, principalmente com transporte ou deslocamento (R$ 261 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 87 mil); R$ 76 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 400 mil em gastos; em 2018, R$ 150 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas, João Luiz indicou R$ 43,2 milhões em 144 emendas estaduais aos orçamentos de 2024 a 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 34 municípios. Até a coleta na fonte, 67% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu foi Fes (39%). As cidades que mais receberam foram Codajás, Barcelos e Careiro da Várzea.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 18,4 milhões | R$ 6,9 milhões | 37% | 43 | 22 |
| 2025 | R$ 13,3 milhões | R$ 12 milhões | 90% | 53 | 20 |
| 2024 | R$ 11,4 milhões | R$ 9,9 milhões | 87% | 48 | 17 |
| Total | R$ 43,2 milhões | R$ 28,8 milhões | 67% | 144 | 34 |
Órgãos que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM) / SEFAZ-AM — Emendas Parlamentares ao Orcamento Estadual, organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo do Amazonas e a Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo do Amazonas e a Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado oficial ainda não saiu, e por isso essa linha aparece sem votação. A contagem parcial do TSE está no quadro Apuração ao vivo, no alto desta página.