4 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PC do B
55 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Auxiliar de Escritório e Assemelhados
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Gilmar (Gilmar de Paulo) disputou 4 eleições entre 1996 e 2016, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para vereador em Palhoça/SC: 696 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Palhoça/SC, declarou R$ 11 mil em receitas: R$ 633 de outros recursos do partido, R$ 6 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 11 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 2 mil) e correspondências e despesas postais (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 mil em 2012 (67% com publicidade por jornais e revistas) e R$ 5 mil em 2008.
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
427 votos em 2016 · 4 eleições
A votação de Gilmar de Paulo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2016: R$ 11 mil em receitas · R$ 11 mil em gastos contratados
Gilmar declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Palhoça (SC) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 11 mil em receitas: R$ 633 de outros recursos do partido, R$ 6 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 11 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 2 mil). Em 2012, 67% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com publicidade por jornais e revistas; em 2008, 62% dos R$ 5 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2016R$ 11 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 11 milcontratados
Gastos em 2012R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3006,2%
Outras 1 categoriaR$ 200,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2012696não eleitoLPalhoça, Santa Catarina · 51 anos · Superior completo · Auxiliar de Escritório e Assemelhados · PC do B · nº 65100 · ver resultado completo
Vereador · 2008305não eleitoLPalhoça, Santa Catarina · 47 anos · Superior completo · Servidor Público Estadual · PC do B · nº 65100 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 1996SUPLENTE317LPalhoça, Santa Catarina · 35 anos · Ensino fundamental completo · Funcionario Publico · PFL · nº 25678 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.