- Materiais impressosR$ 75 mil26,5%
- Serviços de terceirosR$ 70 mil24,9%
- Militância e mobilização de ruaR$ 49 mil17,6%
- Locação de imóveisR$ 11 mil3,7%
- Outras 5 categoriasR$ 77 mil27,3%
Cacique Marcos (Marcos Luidson de Araújo) disputou 2 eleições entre 2020 e 2024, para prefeito. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Pesqueira em 2024. Na campanha de 2024 para prefeito em Pesqueira/PE, declarou R$ 281 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 281 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 75 mil), serviços de terceiros (R$ 70 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 49 mil). Na campanha de 2020, já encerrada, gastou R$ 174 mil.
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Cacique Marcos declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Pesqueira (PE) em 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 281 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 281 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 75 mil) e serviços de terceiros (R$ 70 mil). Em 2020, R$ 174 mil em gastos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.