- Serviços de terceirosR$ 37 mil23,8%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 28 mil18,1%
- Publicidade por adesivosR$ 21 mil13,8%
- Cessão ou locação de veículosR$ 16 mil10,3%
- Outras 6 categoriasR$ 53 mil34,0%
Tadeu Fragoso (Renato Tadeu Fragoso e Silva) disputou 7 eleições entre 1998 e 2024, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Coqueiro Seco em 2012 e 2008. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Coqueiro Seco/AL: 1.785 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Coqueiro Seco/AL, declarou R$ 157 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 55 mil de doações privadas (15 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 155 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 37 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 28 mil) e publicidade por adesivos (R$ 21 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 172 mil em 2020 e R$ 56 mil em 2012.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Renato Tadeu Fragoso e Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Tadeu Fragoso declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Coqueiro Seco (AL) em 2008, 2012, 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 157 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 55 mil de doações privadas (15 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 155 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 37 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 28 mil). Em 2020, R$ 172 mil em gastos; em 2012, 40% dos R$ 56 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.