Gilberto da Awe (Gilberto Heinzen) disputou 2 eleições entre 2020 e 2024, para prefeito e vice-prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2024 para prefeito em Imaruí/SC, declarou R$ 168 mil em receitas: R$ 150 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 18 mil do Fundo Partidário e R$ 3 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 168 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 40 mil), serviços de terceiros (R$ 37 mil) e serviços contábeis (R$ 24 mil).
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Evolução da votação nas eleições
1.977 votos em 2024 · 2 eleições
A votação de Gilberto Heinzen em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2024: R$ 168 mil em receitas · R$ 168 mil em gastos
Gilberto da Awe declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Imaruí (SC) em 2024. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 168 mil em receitas: R$ 150 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 18 mil do Fundo Partidário e R$ 3 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 168 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 40 mil) e serviços de terceiros (R$ 37 mil).
Receitas em 2024R$ 168 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 168 milcampanha encerrada; tudo pago
FEFC 90% · Fundo Partidário 10% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 168 mil
tudo pago (100%)
Serviços de terceirosR$ 37 mil22,3%
Materiais impressosR$ 13 mil7,7%
Militância e mobilização de ruaR$ 5 mil3,0%
Locação de imóveisR$ 3 mil1,8%
PessoalR$ 1 mil0,8%
Outras 9 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 616 doados a outros candidatos e partidosR$ 108 mil64,3%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.