- Serviços advocatíciosR$ 20 mil20,0%
- ComíciosR$ 15 mil15,0%
- Serviços contábeisR$ 10 mil10,0%
- Publicidade por adesivosR$ 8 mil8,2%
- Outras 5 categoriasinclui R$ 36 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 47 mil46,7%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Diógena Sampaio (Diógena Hermógenes Landim Sampaio) disputou 1 eleição, em 2024, para prefeita em Nova Olinda/CE, com 4.393 votos. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2024 para prefeita em Nova Olinda/CE, declarou R$ 104 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 4 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 100 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 20 mil), comícios (R$ 15 mil) e serviços contábeis (R$ 10 mil).
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Diógena Sampaio declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeita em Nova Olinda (CE) em 2024. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 104 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 4 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 100 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 20 mil) e comícios (R$ 15 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.