Dr. Marco Wanrowsky (Marco Antônio Gonçalves Mendes Wanrowsky) disputou 9 eleições entre 1996 e 2018, para deputado federal, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 5 vezes: vereador de Blumenau em 2012, 2008, 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por SC: 29.585 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por SC, declarou R$ 244 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de outros recursos do partido, R$ 4 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 37 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 231 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 96 mil), correspondências e despesas postais (R$ 42 mil) e pessoal (R$ 22 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 541 mil em 2014 (49% com publicidade por materiais impressos) e R$ 53 mil em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
14.462 votos em 2018 · 9 eleições
A votação de Marco Antônio Gonçalves Mendes Wanrowsky em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 244 mil em receitas · R$ 231 mil em gastos
Dr. Marco Wanrowsky declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Santa Catarina em 2006 e 2014, vereador em Blumenau (SC) em 2008 e 2012, e deputado federal por Santa Catarina em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 244 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de outros recursos do partido, R$ 4 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 37 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 231 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 96 mil) e correspondências e despesas postais (R$ 42 mil). Em 2014, 49% dos R$ 541 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2012, R$ 53 mil em gastos contratados.
Receitas em 2018R$ 244 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 231 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 541 milcontratados, campanha encerrada
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2006SUPLENTE15.314GSC · 49 anos · Superior completo · Médico · PSDB · nº 45045 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2004ELEITO2.852LBlumenau, Santa Catarina · 47 anos · Superior completo · Medico · PSDB · nº 45045 · ver resultado completoprestação de contas
Deputado Estadual · 2002SUPLENTE10.354GSC · 45 anos · Superior completo · Medico · PSDB · nº 45045 · ver resultado completo
Vereador · 2000ELEITO2.552LBlumenau, Santa Catarina · 43 anos · Superior completo · Médico · PFL · nº 25025 · ver resultado completo
Vereador · 1996ELEITO2.312LBlumenau, Santa Catarina · 39 anos · Superior completo · Medico · PFL · nº 25620 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.