Arlete Canarinha (Arlete da Silva) disputou 6 eleições entre 1996 e 2018, para deputada estadual e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputada estadual por SC: 1.123 votos. Na campanha de 2018 para deputada estadual por SC, declarou R$ 17 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil do Fundo Partidário, R$ 8 mil de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas e R$ 63 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 13 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 3 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 mil em 2012 (48% com publicidade por materiais impressos) e R$ 12 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
1.123 votos em 2018 · 6 eleições
A votação de Arlete da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 17 mil em receitas · R$ 13 mil em gastos
Arlete Canarinha declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereadora em Blumenau (SC) em 2008 e 2012, e deputada estadual por Santa Catarina em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 17 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil do Fundo Partidário, R$ 8 mil de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas e R$ 63 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 13 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 3 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Em 2012, 48% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, R$ 12 mil em gastos contratados.
Receitas em 2018R$ 17 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 13 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 47% · pessoas 25% · empresas 3% · próprios menos de 1% · outras 24%
Gasto contratado
R$ 12 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Eventos de promoção da candidaturaR$ 3 mil26,8%
Materiais de expedienteR$ 3252,8%
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 910,8%
Combustíveis e lubrificantesR$ 500,4%
Outras 1 categoriaR$ 8 mil69,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2008SUPLENTE922LBlumenau, Santa Catarina · 57 anos · Ensino fundamental incompleto · Servidor Público Federal · PT · nº 13133 · ver resultado completo
Vereador · 2000SUPLENTE724LBlumenau, Santa Catarina · 49 anos · Ensino fundamental incompleto · Servidor Publico Municipal · PT · nº 13620 · ver resultado completo
Coligação: PT / PC do B
Vereador · 1996SUPLENTE363LBlumenau, Santa Catarina · 45 anos · Ensino fundamental incompleto · Costureiro · PT · nº 13620 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.