- PessoalR$ 155 mil36,7%
- Locação de imóveisR$ 23 mil5,3%
- Outras 2 categoriasR$ 245 mil58,0%
Paulo Lemos (Paulo César Lemos de Oliveira) disputou 8 eleições entre 2000 e 2024, para prefeito, deputado federal, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: deputado federal em 2022; deputado estadual em 2018 e 2014. A maior votação foi em 2024, para prefeito em Macapá/AP: 23.491 votos. Em 2026, concorre a deputado federal por AP pelo PT. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 39,7 milhões empenhados em 8 emendas individuais ao orçamento de 2026, para 6 municípios; 74% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por AP, declarou R$ 1,8 milhão em receitas: R$ 1,8 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 20 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 423 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 175 mil), pessoal (R$ 155 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 70 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 1,7 milhão em 2024 e R$ 1,3 milhão em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Paulo Cesar Lemos de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Paulo Lemos declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: vereador em Macapá (AP) em 2012, deputado estadual por Amapá em 2014 e 2018, prefeito em Macapá (AP) em 2020 e 2024, e deputado federal por Amapá em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,8 milhão em receitas: R$ 1,8 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 20 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 423 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 175 mil) e pessoal (R$ 155 mil); R$ 258 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 1,7 milhão em gastos; em 2022, 55% dos R$ 1,3 milhão em gastos foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Paulo Lemos teve R$ 39,7 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 8 emendas individuais ao orçamento de 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 6 municípios. Já foram pagos R$ 29,4 milhões (74%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (51%). As cidades que mais receberam foram Macapá, Vitória do Jari e Santana.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 39,7 milhões | R$ 29,4 milhões | 74% | 8 | 6 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Federal, 2022: resultado atualizado pelo TSE. Em 2025 o STF decidiu que a regra das sobras eleitorais fixada em 2024 (a última rodada aberta a todos os partidos e candidatos) vale também para a eleição de 2022 (ADIs 7228, 7263 e 7325), e o TSE refez a totalização de deputado federal em junho de 2025. Na totalização original constava não eleito; nos dados mais recentes do TSE consta eleito por média. Fonte: TSE, dados abertos de candidatos; STF, ADIs 7228, 7263 e 7325.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.