- PessoalR$ 15 mil22,4%
- Militância e mobilização de ruaR$ 10 mil15,2%
- Publicidade por carros de somR$ 8 mil12,1%
- Serviços advocatíciosR$ 8 mil12,1%
- Outras 8 categoriasinclui R$ 800 lançados como "diversas a especificar"R$ 25 mil38,2%
Valdônio Rodrigues (Antônio Valdônio Rodrigues Loiola) disputou 5 eleições entre 2012 e 2024, para prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Gurupi em 2020, 2016 e 2012. A maior votação foi em 2016, para vereador em Gurupi/TO: 1.360 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Cariri do Tocantins/TO, declarou R$ 83 mil em receitas: R$ 52 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 17 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 66 mil, principalmente com pessoal (R$ 15 mil), militância e mobilização de rua (R$ 10 mil) e publicidade por carros de som (R$ 8 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 51 mil em 2022 (54% com pessoal) e R$ 5 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Antônio Valdônio Rodrigues Loiola em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Valdônio Rodrigues declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Gurupi (TO) em 2012, 2016 e 2020, deputado estadual por Tocantins em 2022, e prefeito em Cariri do Tocantins (TO) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 83 mil em receitas: R$ 52 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 17 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 66 mil, principalmente com pessoal (R$ 15 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 10 mil). Em 2022, 54% dos R$ 51 mil em gastos foram com pessoal; em 2020, 46% dos R$ 5 mil em gastos foram com publicidade por adesivos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.