- Impulsionamento de conteúdosR$ 15 mil97,9%
- Materiais de expedienteR$ 2931,9%
- AlimentaçãoR$ 300,2%
- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 5menos de 0,1%
Segundo o Radar do Voto, Marcelo Monteiro (PV) ficou como suplente de deputado estadual por Minas Gerais em 2026, com 4.192 votos, pelo resultado oficial do TSE. Marcelo Monteiro (Marcelo Silva Monteiro) disputou 4 eleições entre 2016 e 2026, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Lagoa Santa em 2024 e 2020. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por MG: 4.192 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por MG, declarou R$ 105 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 47 mil de doações privadas (14 doadores) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 15 mil), materiais de expediente (R$ 293) e alimentação (R$ 30). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 54 mil em 2024 (68% com impulsionamento de conteúdos) e R$ 13 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Marcelo Silva Monteiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Marcelo Monteiro declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Lagoa Santa (MG) em 2016, 2020 e 2024, e deputado estadual por Minas Gerais em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 105 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 47 mil de doações privadas (14 doadores) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 15 mil) e materiais de expediente (R$ 293); R$ 15 mil já foram pagos. Em 2024, 68% dos R$ 54 mil em gastos foram com impulsionamento de conteúdos; em 2020, 58% dos R$ 13 mil em gastos foram com impulsionamento de conteúdos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.