- PessoalR$ 55 mil27,2%
- Materiais impressosR$ 50 mil24,5%
- Serviços contábeisR$ 41 mil20,1%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 25 mil12,2%
- Outras 6 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 32 mil16,0%
Rafael Moura (Rafael Ciryllo Chiapetti Alves de Moura) disputou 3 eleições entre 2020 e 2024, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Quedas do Iguaçu em 2024. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por PR: 17.433 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Quedas do Iguaçu/PR, declarou R$ 203 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 3 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 203 mil, principalmente com pessoal (R$ 55 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 50 mil) e serviços contábeis (R$ 41 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 481 mil em 2022 (70% com pessoal) e R$ 55 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Rafael Ciryllo Chiapetti Alves de Moura em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Rafael Moura declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Quedas do Iguaçu (PR) em 2020 e 2024, e deputado estadual por Paraná em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 203 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 3 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 203 mil, principalmente com pessoal (R$ 55 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 50 mil). Em 2022, 70% dos R$ 481 mil em gastos foram com pessoal; em 2020, 49% dos R$ 55 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.