- Materiais impressosR$ 218 mil30,7%
- Militância e mobilização de ruaR$ 114 mil16,0%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 100 mil14,1%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 100 mil14,1%
- Outras 12 categoriasR$ 179 mil25,2%
Dr Custódio (Custódio Tavares Dias Neto) disputou 1 eleição, em 2024, para prefeito em Indaiatuba/SP e foi eleito com 83.731 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Indaiatuba/SP, declarou R$ 738 mil em receitas: R$ 115 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil de outros recursos do partido, R$ 534 mil de doações privadas (20 doadores) e R$ 84 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 711 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 218 mil), militância e mobilização de rua (R$ 114 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 100 mil).
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Dr Custódio declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Indaiatuba (SP) em 2024. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 738 mil em receitas: R$ 115 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil de outros recursos do partido, R$ 534 mil de doações privadas (20 doadores) e R$ 84 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 711 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 218 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 114 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.