- Serviços de terceirosR$ 1,4 milhão28,0%
- Militância e mobilização de ruaR$ 744 mil14,5%
- Materiais impressosR$ 726 mil14,1%
- Serviços próprios prestados por terceirosR$ 664 mil12,9%
- Outras 14 categoriasR$ 1,6 milhão30,5%
Elisa Araújo (Elisa Gonçalves de Araújo) disputou 2 eleições entre 2020 e 2024, para prefeita. Ela foi eleita 2 vezes: prefeita de Uberaba em 2024 e 2020. A maior votação foi em 2024, para prefeita em Uberaba/MG: 86.492 votos. Na campanha de 2024 para prefeita em Uberaba/MG, declarou R$ 5,1 milhões em receitas: R$ 600 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3,8 milhões do Fundo Partidário e R$ 694 mil de doações privadas (21 doadores). Os gastos contratados somam R$ 5,1 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 1,4 milhão), militância e mobilização de rua (R$ 744 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 726 mil). Na campanha de 2020, já encerrada, gastou R$ 710 mil, 44% com serviços de terceiros.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Elisa Gonçalves de Araújo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Elisa Araújo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeita em Uberaba (MG) em 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 5,1 milhões em receitas: R$ 600 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3,8 milhões do Fundo Partidário e R$ 694 mil de doações privadas (21 doadores). Os gastos contratados somam R$ 5,1 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 1,4 milhão) e militância e mobilização de rua (R$ 744 mil). Em 2020, 44% dos R$ 710 mil em gastos foram com serviços de terceiros.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.