Denilson Baitala disputou 1 eleição, em 2024, para prefeito em Guarapuava/PR e foi eleito com 37.180 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Guarapuava/PR, declarou R$ 1,3 milhão em receitas: R$ 1,2 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 76 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 75 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,3 milhão, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 305 mil), pessoal (R$ 199 mil) e publicidade por adesivos (R$ 106 mil).
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Financiamento das campanhas
2024: R$ 1,3 milhão em receitas · R$ 1,3 milhão em gastos
Denilson Baitala declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Guarapuava (PR) em 2024. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 1,3 milhão em receitas: R$ 1,2 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 76 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 75 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,3 milhão, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 305 mil) e pessoal (R$ 199 mil).
Receitas em 2024R$ 1,3 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 1,3 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 305 mil23,4%
PessoalR$ 199 mil15,2%
Publicidade por adesivosR$ 106 mil8,1%
Serviços advocatíciosR$ 83 mil6,4%
Outras 18 categoriasinclui R$ 196 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 55 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 612 mil46,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.