- Materiais impressosR$ 623 mil28,8%
- PessoalR$ 622 mil28,8%
- Publicidade por adesivosR$ 293 mil13,5%
- Serviços advocatíciosR$ 137 mil6,3%
- Outras 12 categoriasinclui R$ 10 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 487 mil22,5%
Lucimar (Lucimar Pereira Vidal da Costa) disputou 1 eleição, em 2024, para prefeita em Saquarema/RJ e foi eleita com 53.788 votos. Na campanha de 2024 para prefeita em Saquarema/RJ, declarou R$ 2,2 milhões em receitas: R$ 2,1 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de doações privadas e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,2 milhões, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 623 mil), pessoal (R$ 622 mil) e publicidade por adesivos (R$ 293 mil).
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Lucimar declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeita em Saquarema (RJ) em 2024. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 2,2 milhões em receitas: R$ 2,1 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de doações privadas e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,2 milhões, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 623 mil) e pessoal (R$ 622 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.