- Materiais impressosR$ 87 mil33,0%
- Serviços contábeisR$ 40 mil15,2%
- Serviços de terceirosR$ 35 mil13,1%
- Serviços advocatíciosR$ 25 mil9,5%
- Outras 10 categoriasR$ 77 mil29,3%
Kênio Azevedo (Hudson Kênio de Moura Azevedo) disputou 1 eleição, em 2024, para prefeito em Serra do Mel/RN e foi eleito com 7.421 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Serra do Mel/RN, declarou R$ 281 mil em receitas: R$ 150 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 131 mil de doações privadas (12 doadores). Os gastos contratados somam R$ 264 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 87 mil), serviços contábeis (R$ 40 mil) e serviços de terceiros (R$ 35 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Kênio Azevedo declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Serra do Mel (RN) em 2024. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 281 mil em receitas: R$ 150 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 131 mil de doações privadas (12 doadores). Os gastos contratados somam R$ 264 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 87 mil) e serviços contábeis (R$ 40 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.