- Militância e mobilização de ruaR$ 122 mil30,7%
- Materiais impressosR$ 102 mil25,4%
- Serviços de terceirosR$ 23 mil5,7%
- Locação de imóveisR$ 16 mil4,0%
- PessoalR$ 11 mil2,7%
- Outras 11 categoriasR$ 125 mil31,4%
Daniel Júnior (Daniel Vieira Ramos Junior) disputou 1 eleição, em 2024, para prefeito em Bom Jesus de Goiás/GO e foi eleito com 10.772 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Bom Jesus de Goiás/GO, declarou R$ 400 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 145 mil de doações privadas e R$ 55 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 399 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 122 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 102 mil) e publicidade por adesivos (R$ 39 mil).
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Daniel Júnior declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Bom Jesus de Goiás (GO) em 2024. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 400 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 145 mil de doações privadas e R$ 55 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 399 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 122 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 102 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.