- Serviços de terceirosR$ 50 mil30,8%
- Serviços advocatíciosR$ 35 mil21,5%
- Militância e mobilização de ruaR$ 27 mil16,8%
- Materiais impressosR$ 23 mil14,0%
- Outras 5 categoriasR$ 28 mil16,9%
Douglas Prado (Douglas Ribeiro do Prado) disputou 1 eleição, em 2024, para prefeito em Doutor Camargo/PR e foi eleito com 2.001 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Doutor Camargo/PR, declarou R$ 169 mil em receitas: R$ 145 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 24 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 163 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 50 mil), serviços advocatícios (R$ 35 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 27 mil).
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Douglas Prado declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Doutor Camargo (PR) em 2024. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 169 mil em receitas: R$ 145 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 24 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 163 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 50 mil) e serviços advocatícios (R$ 35 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.