Thiago Lagoense (Thiago Soares Carlos) disputou 3 eleições entre 2016 e 2024, para prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Lagoa da Confusão em 2024 e 2020; vice-prefeito de Lagoa da Confusão em 2016. A maior votação foi em 2024, para prefeito em Lagoa da Confusão/TO: 6.034 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Lagoa da Confusão/TO, declarou R$ 236 mil em receitas: R$ 217 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 9 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 230 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 99 mil), locação/cessão de bens móveis (exceto veículos) (R$ 81 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 13 mil). Na campanha de 2020, já encerrada, gastou R$ 35 mil, 46% com eventos de promoção da candidatura.
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Evolução da votação nas eleições
6.034 votos em 2024 (eleito) · 3 eleições
A votação de Thiago Soares Carlos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2024: R$ 236 mil em receitas · R$ 230 mil em gastos
Thiago Lagoense declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Lagoa da Confusão (TO) em 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 236 mil em receitas: R$ 217 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 9 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 230 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 99 mil) e locação/cessão de bens móveis (exceto veículos) (R$ 81 mil). Em 2020, 46% dos R$ 35 mil em gastos foram com eventos de promoção da candidatura.
Receitas em 2024R$ 236 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 230 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 35 milcampanha encerrada; tudo pago
Outras 4 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil18,3%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.