- Materiais impressosR$ 76 mil19,5%
- Militância e mobilização de ruaR$ 27 mil6,9%
- Locação de imóveisR$ 9 mil2,3%
- Serviços de terceirosR$ 8 mil2,1%
- Outras 9 categoriasR$ 270 mil69,2%
Chico Nó (Manoel Souza dos Santos) disputou 8 eleições entre 1996 e 2024, para prefeito, deputado estadual e vice-prefeito. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Mazagão em 2024. A maior votação foi em 2024, para prefeito em Mazagão/AP: 9.879 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Mazagão/AP, declarou R$ 397 mil em receitas: R$ 391 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 6 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 390 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 76 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 69 mil) e serviços advocatícios (R$ 60 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 75 mil em 2012 e R$ 10 mil em 2010.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Manoel Souza dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Chico Nó declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Amapá em 2006 e 2010, e prefeito em Mazagão (AP) em 2012 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 397 mil em receitas: R$ 391 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 6 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 390 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 76 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 69 mil). Em 2012, R$ 75 mil em gastos contratados; em 2010, 83% dos R$ 10 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.