- Materiais impressosR$ 55 mil21,1%
- Serviços advocatíciosR$ 45 mil17,1%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 43 mil16,4%
- Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 32 mil12,2%
- Outras 9 categoriasR$ 87 mil33,3%
Alvaro Galvan disputou 1 eleição, em 2024, para prefeito em Tapura/MT e foi eleito com 4.235 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Tapura/MT, declarou R$ 263 mil em receitas: R$ 70 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 110 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 83 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 263 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 55 mil), serviços advocatícios (R$ 45 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 43 mil).
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Alvaro Galvan declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Tapura (MT) em 2024. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 263 mil em receitas: R$ 70 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 110 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 83 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 263 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 55 mil) e serviços advocatícios (R$ 45 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.