- Materiais impressosR$ 11 mil29,0%
- PessoalR$ 2 mil3,9%
- Outras 3 categoriasR$ 26 mil67,1%
Osvaldo Henrich Filho Prego (Osvaldo Henrich Filho) disputou 3 eleições entre 2008 e 2024, para prefeito, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Tapera em 2024; vice-prefeito de Tapera em 2020; vereador de Tapera em 2008. A maior votação foi em 2024, para prefeito em Tapera/RS: 3.253 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Tapera/RS, declarou R$ 38 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 38 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 14 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 8 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1 mil, 50% com publicidade por materiais impressos.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Osvaldo Henrich Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Osvaldo Henrich Filho Prego declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Tapera (RS) em 2008, e prefeito em Tapera (RS) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 38 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 38 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 14 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil). Em 2008, 50% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.