Miranda Neto (José Alves de Miranda Neto) disputou 5 eleições entre 2008 e 2024, para prefeito, vereador e vice-prefeito. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Soledade em 2024; vereador de Soledade em 2020, 2016 e 2012. A maior votação foi em 2024, para prefeito em Soledade/PB: 5.440 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Soledade/PB, declarou R$ 161 mil em receitas: R$ 160 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 350 de doações privadas e R$ 704 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 161 mil, principalmente com serviços contábeis (R$ 47 mil), publicidade por adesivos (R$ 24 mil) e locação/cessão de bens móveis (exceto veículos) (R$ 10 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 mil em 2020 (73% com publicidade por adesivos) e R$ 3 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
5.440 votos em 2024 (eleito) · 5 eleições
A votação de José Alves de Miranda Neto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2024: R$ 161 mil em receitas · R$ 161 mil em gastos
Miranda Neto declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Soledade (PB) em 2008, 2012, 2016 e 2020, e prefeito em Soledade (PB) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 161 mil em receitas: R$ 160 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 350 de doações privadas e R$ 704 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 161 mil, principalmente com serviços contábeis (R$ 47 mil) e publicidade por adesivos (R$ 24 mil). Em 2020, 73% dos R$ 3 mil em gastos foram com publicidade por adesivos; em 2016, 52% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2024R$ 161 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 161 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 3 milcampanha encerrada; tudo pago
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 10021,7%
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 5010,9%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 5010,9%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vice-Prefeito · 2012NÃO ELEITO3.975LSoledade, Paraíba · 36 anos · Ensino médio completo · Servidor Público Municipal · PMDB · nº 15 · registro constava como renúncia nos dados do TSE · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.