Luque

Foto de Luciano Augusto Rolim de Mesquita
Luque
Luciano Augusto Rolim de Mesquita (nome civil)
6 eleições entre 1996 e 2016 · PT
51 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Mecânico de Manutenção

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Luque (Luciano Augusto Rolim de Mesquita) disputou 6 eleições entre 1996 e 2016, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2008, para vereador em Imbé/RS: 128 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Imbé/RS, declarou R$ 195 em receitas: R$ 95 de outras campanhas e R$ 100 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 195, principalmente com serviços de terceiros (R$ 100), publicidade por materiais impressos (R$ 63) e publicidade por adesivos (R$ 33). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 936 em 2012 (74% com publicidade por materiais impressos) e R$ 665 em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

78 votos em 2016 · 6 eleições

A votação de Luciano Augusto Rolim de Mesquita em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 195 em receitas · R$ 195 em gastos contratados

Luque declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Imbé (RS) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 195 em receitas: R$ 95 de outras campanhas e R$ 100 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 195, principalmente com serviços de terceiros (R$ 100) e publicidade por materiais impressos (R$ 63). Em 2012, 74% dos R$ 936 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, 90% dos R$ 665 em gastos contratados foram com publicidade por jornais e revistas.

Receitas em 2016R$ 195campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 195contratados
Gastos em 2012R$ 936contratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Imbé (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 195
doações de pessoas
partido e outras campanhas 49% · pessoas 51%
Gasto contratado
R$ 195
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 10051,2%
  • Materiais impressosR$ 6332,1%
  • Publicidade por adesivosR$ 3316,6%
2012Vereador, Imbé (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 936
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 69173,8%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 24526,2%
2008Vereador, Imbé (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 665
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 10% · próprios 90%
Gasto contratado
R$ 665
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 60090,3%
  • Materiais impressosR$ 659,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892