Jaime Pasqualini (Jaime João Pasqualini) disputou 8 eleições entre 1994 e 2024, para prefeito, deputado estadual e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2002, para deputado federal por SC: 40.519 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Rio do Sul/SC, declarou R$ 313 mil em receitas: R$ 312 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 313 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 109 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 57 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 40 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 203 mil em 2022 e R$ 94 mil em 2020.
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Evolução da votação nas eleições
6.728 votos em 2024 · 8 eleições
A votação de Jaime João Pasqualini em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2024: R$ 313 mil em receitas · R$ 313 mil em gastos
Jaime Pasqualini declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Santa Catarina em 2006 e 2022, e prefeito em Rio do Sul (SC) em 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 313 mil em receitas: R$ 312 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 313 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 109 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 57 mil). Em 2022, R$ 203 mil em gastos; em 2020, R$ 94 mil em gastos.
Receitas em 2024R$ 313 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 313 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2022R$ 203 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 34% · pessoas 50% · empresas 15% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil45,0%
TelefoneR$ 6256,3%
AlimentaçãoR$ 5005,0%
Materiais impressosR$ 4814,8%
Outras 4 categoriasR$ 4 mil38,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2022SUPLENTE5.857GSC · 64 anos · Branca · Superior completo · Advogado · UNIÃO · nº 44144 · ver resultado completoprestação de contas
Prefeito · 2020NÃO ELEITO9.803LRio do Sul, Santa Catarina · 62 anos · Branca · Superior completo · Professor de Ensino Superior · PODE · nº 19 · ver resultado completo
Deputado Federal · 1998SUPLENTE18.924GSC · 40 anos · Superior completo · Advogado · PPB · nº 1144 · ver resultado completo
Coligação: PFL / PPB
Deputado Estadual · 1994SUPLENTE8.005GSC · 36 anos · Superior completo · Advogado · PMDB · nº 15250 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.