- Militância e mobilização de ruaR$ 4 mil86,8%
- Materiais impressosR$ 42510,4%
- Outras 1 categoriaR$ 1142,8%
Zé Mário (José Mário Alves Pereira) disputou 2 eleições entre 2020 e 2024, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2024 para vereador em Croatá/CE, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 3 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 4 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 425) e publicidade por adesivos (R$ 114). Na campanha de 2020, já encerrada, gastou R$ 3 mil, 46% com militância e mobilização de rua.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Zé Mário declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Croatá (CE) em 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 3 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 4 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 425). Em 2020, 46% dos R$ 3 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.