- Militância e mobilização de ruaR$ 71 mil18,9%
- Serviços advocatíciosR$ 68 mil18,2%
- Serviços contábeisR$ 45 mil12,0%
- Publicidade por adesivosR$ 44 mil11,9%
- Outras 15 categoriasinclui R$ 17 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 146 mil39,0%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Jorjão Amorim (Jorge Antônio Amorim Marques Luz) disputou 1 eleição, em 2024, para prefeito em Maribondo/AL, com 3.927 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2024 para prefeito em Maribondo/AL, declarou R$ 378 mil em receitas: R$ 292 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 61 mil de doações privadas (14 doadores) e R$ 25 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 374 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 71 mil), serviços advocatícios (R$ 68 mil) e serviços contábeis (R$ 45 mil).
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Jorjão Amorim declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Maribondo (AL) em 2024. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 378 mil em receitas: R$ 292 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 61 mil de doações privadas (14 doadores) e R$ 25 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 374 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 71 mil) e serviços advocatícios (R$ 68 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.