- PessoalR$ 70 mil23,2%
- Serviços de terceirosR$ 69 mil22,6%
- Locação de imóveisR$ 25 mil8,3%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 5 mil1,7%
- Outras 7 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 134 mil44,2%
Dilson Borges (Giodilson Pinheiro Borges) disputou 6 eleições entre 2008 e 2024, para prefeito e deputado federal. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Mazagão em 2012. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Santana/AP: 5.433 votos. Em 2026, concorre a deputado federal por AP pelo PSD. Na campanha de 2026 para deputado federal por AP, declarou R$ 331 mil em receitas: R$ 160 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 mil de outras campanhas, R$ 60 mil de doações privadas (18 doadores) e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 302 mil, principalmente com pessoal (R$ 70 mil), serviços de terceiros (R$ 69 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 57 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 50 mil em 2024 (46% com pessoal) e R$ 549 mil em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Giodilson Pinheiro Borges em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dilson Borges declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: prefeito em Mazagão (AP) em 2008, 2012, 2016 e 2024, prefeito em Santana (AP) em 2020, e deputado federal por Amapá em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 331 mil em receitas: R$ 160 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 mil de outras campanhas, R$ 60 mil de doações privadas (18 doadores) e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 302 mil, principalmente com pessoal (R$ 70 mil) e serviços de terceiros (R$ 69 mil); R$ 254 mil já foram pagos. Em 2024, 46% dos R$ 50 mil em gastos foram com pessoal; em 2022, R$ 549 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Federal, 2022: resultado atualizado pelo TSE depois da eleição. Antes constava não eleito nos dados do TSE; nos dados mais recentes do TSE consta suplente. Fonte: TSE, dados abertos de candidatos.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.