- Materiais impressosR$ 20 mil17,2%
- Locação de imóveisR$ 4 mil3,4%
- Outras 4 categoriasR$ 92 mil79,4%
Margleide Alfaia (Margleide da Silva Alfaia) disputou 2 eleições entre 2022 e 2024, para vereadora e deputada federal. Ela foi eleita 1 vez: vereadora de Macapá em 2024. A maior votação foi em 2024, para vereadora em Macapá/AP: 3.205 votos. Na campanha de 2024 para vereadora em Macapá/AP, declarou R$ 135 mil em receitas: R$ 75 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 15 mil de outros recursos do partido, R$ 26 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 19 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 116 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 62 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 20 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 13 mil). Na campanha de 2022, já encerrada, gastou R$ 100 mil, 55% com publicidade por materiais impressos.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Margleide da Silva Alfaia em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Margleide Alfaia declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada federal por Amapá em 2022, e vereadora em Macapá (AP) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 135 mil em receitas: R$ 75 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 15 mil de outros recursos do partido, R$ 26 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 19 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 116 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 62 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 20 mil). Em 2022, 55% dos R$ 100 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Federal, 2022: resultado atualizado pelo TSE depois da eleição. Antes constava não eleito nos dados do TSE; nos dados mais recentes do TSE consta suplente. Fonte: TSE, dados abertos de candidatos.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.