- Impulsionamento de conteúdosR$ 377 mil24,7%
- Militância e mobilização de ruaR$ 126 mil8,3%
- Materiais impressosR$ 85 mil5,6%
- Serviços de terceirosR$ 60 mil3,9%
- PessoalR$ 35 mil2,3%
- Outras 14 categoriasR$ 842 mil55,2%
Marcio Correa (Márcio Aurélio Correa) disputou 3 eleições entre 2020 e 2024, para prefeito e deputado federal. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Anápolis em 2024. A maior votação foi em 2024, para prefeito em Anápolis/GO: 106.263 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 37,8 milhões empenhados em 6 emendas individuais ao orçamento de 2024, para 23 municípios; 99% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2024 para prefeito em Anápolis/GO, declarou R$ 1,5 milhão em receitas: R$ 700 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 811 mil do Fundo Partidário, R$ 8 mil de outros recursos do partido e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,5 milhão, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 377 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 370 mil) e serviços advocatícios (R$ 300 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 3 milhões em 2022 (50% com militância e mobilização de rua) e R$ 457 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Marcio Aurelio Correa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Marcio Correa declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Anápolis (GO) em 2020 e 2024, e deputado federal por Goiás em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 1,5 milhão em receitas: R$ 700 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 811 mil do Fundo Partidário, R$ 8 mil de outros recursos do partido e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,5 milhão, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 377 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 370 mil). Em 2022, 50% dos R$ 3 milhões em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2020, R$ 457 mil em gastos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Marcio Correa teve R$ 37,8 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 6 emendas individuais ao orçamento de 2024 (legislatura 2023 a 2026), para 23 municípios. Já foram pagos R$ 37,5 milhões (99%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (59%). As cidades que mais receberam foram Luziânia, Acreúna e Valparaíso de Goiás.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2024 | R$ 37,8 milhões | R$ 37,5 milhões | 99% | 6 | 23 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.