Claudiomar Rosa da Silva

Foto de Claudiomar Rosa da Silva
Claudiomar Rosa da Silva
6 eleições entre 2006 e 2024 · último partido PT
55 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Vereador
redes informadas ao TSE
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Claudiomar Rosa (Claudiomar Rosa da Silva) disputou 6 eleições entre 2006 e 2024, para vereador, deputado estadual e 1º suplente senador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Macapá em 2024 e 2020. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por AP: 3.697 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Macapá/AP, declarou R$ 105 mil em receitas: R$ 102 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 105 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 41 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 36 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 12 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 26 mil em 2022 (66% com publicidade por materiais impressos) e R$ 30 mil em 2020.

Vereador · 2024
2.657
votos · Macapá, Amapá
ELEITO · MÉDIA
Mandato até 2028
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

2.657 votos em 2024 (eleito) · 6 eleições

A votação de Claudiomar Rosa da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

SenadorVereadorDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 105 mil em receitas · R$ 105 mil em gastos

Claudiomar Rosa declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Macapá (AP) em 2016, 2020 e 2024, e deputado estadual por Amapá em 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 105 mil em receitas: R$ 102 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 105 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 41 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 36 mil). Em 2022, 66% dos R$ 26 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2020, 51% dos R$ 30 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2024R$ 105 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 105 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2022R$ 26 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2016 a 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2024Vereador, Macapá (AP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 105 mil
sem doações de pessoas
FEFC 97% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 105 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 41 mil39,2%
  • Materiais impressosR$ 36 mil34,2%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 1 mil0,9%
  • Outras 7 categoriasR$ 27 mil25,7%
2022Deputado estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 30 mil
11 doadores pessoas físicas
pessoas 48% · próprios 52%
Gasto contratado
R$ 26 mil
pago: R$ 23 mil (89%)
  • Materiais impressosR$ 18 mil66,3%
  • Outras 2 categoriasR$ 9 mil33,7%
2020Vereador, Macapá (AP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 36 mil
10 doadores pessoas físicas
pessoas 58% · próprios 42%
Gasto contratado
R$ 30 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 15 mil50,8%
  • Outras 6 categoriasR$ 15 mil49,2%
Ver as 2 campanhas anteriores
2018Deputado estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 47 mil
14 doadores pessoas físicas
FEFC 4% · pessoas 79% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 33 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 16 mil48,8%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil9,0%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil4,8%
  • Outras 3 categoriasR$ 12 mil37,3%
2016Vereador, Macapá (AP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 23 mil
12 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 56% · próprios 42%
Gasto contratado
R$ 22 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil11,6%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil8,0%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil6,7%
  • Locação de imóveisR$ 1 mil5,4%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 15 mil68,3%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2020 e 2024

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Claudiomar Rosa da Silva (Claudiomar Rosa): candidaturas e votos · Radar do Voto