- Materiais impressosR$ 1 mil12,1%
- Publicidade por carros de somR$ 1 mil10,3%
- Publicidade por jornais e revistasR$ 1 mil10,3%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 7007,2%
- Outras 2 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil60,2%
Dilma Oliveira (Dilma Aparecida de Oliveira) disputou 6 eleições entre 2008 e 2024, para vereadora, deputada estadual e vice-prefeita. Ela foi eleita 2 vezes: vice-prefeita de São Sebastião do Paraíso em 2016; vereadora de São Sebastião do Paraíso em 2012. A maior votação foi em 2012, para vereadora em São Sebastião do Paraíso/MG: 1.731 votos. Na campanha de 2024 para vereadora em São Sebastião do Paraíso/MG, declarou R$ 11 mil em receitas: R$ 803 de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil), publicidade por carros de som (R$ 1 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 110 mil em 2022 (41% com serviços de terceiros) e R$ 15 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Dilma Aparecida de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dilma Oliveira declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereadora em São Sebastião do Paraíso (MG) em 2008, 2012, 2020 e 2024, e deputada estadual por Minas Gerais em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 11 mil em receitas: R$ 803 de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil) e publicidade por carros de som (R$ 1 mil). Em 2022, 41% dos R$ 110 mil em gastos foram com serviços de terceiros; em 2020, R$ 15 mil em gastos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.