Victor Fernando da Silva Souza

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Victor Fernando da Silva Souza
9 eleições entre 2000 e 2024 · PC do B
53 anos em 2024 · Masculino · Ensino médio completo
Vereador
redes informadas ao TSE
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Victor (Victor Fernando da Silva Souza) disputou 9 eleições entre 2000 e 2024, para prefeito, vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: vereador de Campo Bom em 2020, 2016, 2012, 2008 e 2004. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por RS: 6.176 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Campo Bom/RS, declarou R$ 75 mil em receitas: R$ 66 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 230 de outros recursos do partido e R$ 9 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 75 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 40 mil), publicidade por carros de som (R$ 6 mil) e serviços advocatícios (R$ 5 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 mil em 2020 (99% com publicidade por materiais impressos) e R$ 7 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

2.036 votos em 2024 · 9 eleições

A votação de Victor Fernando da Silva Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 75 mil em receitas · R$ 75 mil em gastos

Victor declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Campo Bom (RS) em 2008, 2012, 2016 e 2020, deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2014, e prefeito em Campo Bom (RS) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 75 mil em receitas: R$ 66 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 230 de outros recursos do partido e R$ 9 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 75 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 40 mil) e publicidade por carros de som (R$ 6 mil). Em 2020, 99% dos R$ 3 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2016, 51% dos R$ 7 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2024R$ 75 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 75 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 3 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas6de 2008 a 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2024Prefeito, Campo Bom (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 75 mil
5 doadores pessoas físicas
FEFC 87% · partido menos de 1% · pessoas 12%
Gasto contratado
R$ 75 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 40 mil53,4%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 4 mil5,6%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 4 mil4,8%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 1 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 27 mil36,3%
2020Vereador, Campo Bom (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas
FEFC 12% · partido 5% · pessoas 32% · próprios 51%
Gasto contratado
R$ 3 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 3 mil99,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 200,8%
2016Vereador, Campo Bom (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 5% · pessoas 49% · próprios 46%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil50,6%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 80012,0%
  • Materiais impressosR$ 2403,6%
  • Outras 7 categoriasR$ 2 mil33,8%
Ver as 3 campanhas anteriores
2014Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 35 mil
21 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 41% · pessoas 27% · empresas 17% · próprios 15%
Gasto contratado
R$ 35 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 9 mil26,2%
  • Locação de imóveisR$ 6 mil16,9%
  • Materiais impressosR$ 4 mil12,4%
  • Serviços de terceirosR$ 8132,3%
  • Outras 9 categoriasR$ 15 mil42,1%
2012Vereador, Campo Bom (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 19% · próprios 78%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil63,7%
  • Serviços de terceirosR$ 2625,9%
  • Materiais impressosR$ 681,5%
  • Outras 4 categoriasR$ 1 mil28,9%
2008Vereador, Campo Bom (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 9% · pessoas 39% · próprios 52%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil58,0%
  • Outras 6 categoriasR$ 2 mil42,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 2012, 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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Victor Fernando da Silva Souza (Victor): candidaturas e votos · Radar do Voto