- Militância e mobilização de ruaR$ 480 mil46,4%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 135 mil13,0%
- Cessão ou locação de veículosR$ 128 mil12,4%
- Materiais impressosR$ 95 mil9,1%
- Outras 9 categoriasR$ 197 mil19,0%
Segundo o Radar do Voto, Camila Godoi (UNIÃO) foi eleita deputada estadual por São Paulo em 2026, com 74.733 votos, pelo resultado oficial do TSE. Camila Godoi (Camila Godoi da Silva Rodrigues) disputou 9 eleições entre 2004 e 2026, para deputada estadual, prefeita, vereadora e deputada federal. Ela foi eleita 5 vezes: deputada estadual em 2026 e 2022; vereadora de Itapevi em 2020, 2016 e 2012. A maior votação foi em 2026, para deputada estadual por SP: 74.733 votos. Na campanha de 2026 para deputada estadual por SP, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 887 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 188 mil do Fundo Partidário, R$ 6 mil de outras campanhas, R$ 21 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 25 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 480 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 135 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 128 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,1 milhão em 2024 (47% com militância e mobilização de rua) e R$ 458 mil em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Camila Godoi da Silva Rodrigues em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Camila Godoi declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: vereadora em Itapevi (SP) em 2008, 2012, 2016 e 2020, deputada federal por São Paulo em 2018, deputada estadual por São Paulo em 2022 e 2026, e prefeita em Itapevi (SP) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 887 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 188 mil do Fundo Partidário, R$ 6 mil de outras campanhas, R$ 21 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 25 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 480 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 135 mil); R$ 414 mil já foram pagos. Em 2024, 47% dos R$ 1,1 milhão em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua; em 2022, 67% dos R$ 458 mil em gastos foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.