- Serviços de terceirosR$ 206 mil34,4%
- Militância e mobilização de ruaR$ 87 mil14,6%
- Serviços advocatíciosR$ 70 mil11,7%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 60 mil10,0%
- Outras 6 categoriasR$ 176 mil29,3%
Delegada Anamelka (MDB) ficou como suplente de deputada federal pelo Piauí em 2026, com 1.876 votos, pelo resultado oficial do TSE. Delegada Anamelka (Anamelka Albuquerque Cadena) disputou 3 eleições entre 2020 e 2026, para deputada federal, deputada estadual e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputada estadual por PI: 3.039 votos. Na campanha de 2026 para deputada federal por PI, declarou R$ 600 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 599 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 206 mil), militância e mobilização de rua (R$ 87 mil) e serviços advocatícios (R$ 70 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 23 mil em 2022 (44% com serviços contábeis) e R$ 109 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Anamelka Albuquerque Cadena em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Delegada Anamelka declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereadora em Teresina (PI) em 2020, deputada estadual por Piauí em 2022, e deputada federal por Piauí em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 600 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 599 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 206 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 87 mil); R$ 541 mil já foram pagos. Em 2022, 44% dos R$ 23 mil em gastos foram com serviços contábeis; em 2020, R$ 109 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.