Raimundo Edilson

Foto de Raimundo Edilson Dias da Silva
Raimundo Edilson
Raimundo Edilson Dias da Silva (nome civil)
7 eleições entre 2000 e 2022 · último partido PDT
50 anos em 2022 · Masculino · Superior incompleto
Agente Administrativo

Raimundo Edilson (Raimundo Edilson Dias da Silva) disputou 7 eleições entre 2000 e 2022, para deputado estadual, vereador e vice-prefeito, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por AP: 279 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por AP, declarou R$ 61 mil em receitas: R$ 48 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 13 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 18 mil), transporte ou deslocamento (R$ 6 mil) e alimentação (R$ 4 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 mil em 2016 (64% com serviços de terceiros) e R$ 300 em 2010.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

35 votos em 2022 · 7 eleições

A votação de Raimundo Edilson Dias da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 61 mil em receitas · R$ 30 mil em gastos

Raimundo Edilson declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Amapá em 2010 e 2022, e vereador em Mazagão (AP) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 61 mil em receitas: R$ 48 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 13 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 18 mil) e transporte ou deslocamento (R$ 6 mil). Em 2016, 64% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2010, 100% dos R$ 300 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2022R$ 61 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 30 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32010, 2016 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2022Deputado estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 61 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 79% · pessoas 21%
Gasto contratado
R$ 30 mil
tudo pago (100%)
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 18 mil60,0%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 6 mil21,2%
  • AlimentaçãoR$ 4 mil14,6%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 6menos de 0,1%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 1 mil4,2%
2016Vereador, Mazagão (AP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 100%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil63,8%
  • Materiais impressosR$ 1 mil36,2%
2010Deputado estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 300
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 300
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 300100,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892