- Serviços de terceirosR$ 28 mil40,4%
- Serviços advocatíciosR$ 14 mil20,2%
- Serviços contábeisR$ 14 mil20,2%
- Materiais impressosR$ 8 mil11,6%
- Outras 4 categoriasR$ 5 mil7,5%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Claudio Vigilante (Claudio de Andrade Gois) disputou 2 eleições entre 2010 e 2022, para deputado estadual e senador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2022 para deputado estadual por AP, declarou R$ 70 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 69 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 28 mil), serviços advocatícios (R$ 14 mil) e serviços contábeis (R$ 14 mil). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 3 mil.
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Claudio Vigilante declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: senador por Amapá em 2010, e deputado estadual por Amapá em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 70 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 69 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 28 mil) e serviços advocatícios (R$ 14 mil). Em 2010, R$ 3 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.