- Materiais impressosR$ 104 mil41,5%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 45 mil18,0%
- PessoalR$ 25 mil9,9%
- Cessão ou locação de veículosR$ 21 mil8,4%
- Outras 7 categoriasR$ 56 mil22,3%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Belair Jr (Raimundo de Deus Loiola Belair) disputou 6 eleições entre 2008 e 2022, para deputado estadual, vereador e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por AP: 2.137 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por AP, declarou R$ 250 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 250 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 104 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 45 mil) e pessoal (R$ 25 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 15 mil em 2020 (80% com publicidade por materiais impressos) e R$ 185 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Raimundo de Deus Loiola Belair em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Belair Jr declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Amapá em 2010 e 2022, vereador em Macapá (AP) em 2012 e 2020, e deputado federal por Amapá em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 250 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 250 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 104 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 45 mil). Em 2020, 80% dos R$ 15 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2018, R$ 185 mil em gastos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.