Maria Aparecida Oliveira Moura Santiago (nome civil)
6 eleições entre 2012 e 2022 · último partido PT
51 anos em 2022 · Feminino · Superior completo
Assistente Social
redes informadas ao TSE
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Cida Santiago (Maria Aparecida Oliveira Moura Santiago) disputou 6 eleições entre 2012 e 2022, para deputada estadual, vereadora e deputada federal. Ela foi eleita 2 vezes: vereadora de Teresina em 2016 e 2012. A maior votação foi em 2018, para deputada federal por PI: 13.991 votos. Na campanha de 2022 para deputada estadual por PI, declarou R$ 127 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 24 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 151 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 90 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 19 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 17 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 46 mil em 2020 e R$ 112 mil em 2018.
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Evolução da votação nas eleições
2.303 votos em 2022 · 6 eleições
A votação de Maria Aparecida Oliveira Moura Santiago em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 127 mil em receitas · R$ 151 mil em gastos contratados
Cida Santiago declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereadora em Teresina (PI) em 2012, 2016 e 2020, deputada estadual por Piauí em 2014 e 2022, e deputada federal por Piauí em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 127 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 24 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 151 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 90 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 19 mil). Em 2020, R$ 46 mil em gastos; em 2018, 50% dos R$ 112 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2022R$ 127 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 151 milcontratados
Gastos em 2020R$ 46 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 4% · pessoas 72% · empresas menos de 1% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Cessão ou locação de veículosR$ 4 mil53,7%
Materiais impressosR$ 2 mil22,6%
Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil18,1%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2713,6%
Outras 1 categoriaR$ 1401,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.